| LEMBRE-SE: | |
| O conteúdo é informativo/educativo. Não se deve fazer automedicação. Não é possível indicar qualquer tratamento sem o exame clínico do paciente. Caso necessário, recomendamos consultar pessoalmente um dermatologista. |





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| Fonte de informacao www.dermatologia.com.br | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

O que podemos fazer para uma |
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| Durante o banho faça uma boa limpeza na vulva, se possível com um sabonete líquido íntimo. | ||
| Sempre que urinar ou evacuar, o ideal é fazer uma limpeza usando uma pequena ducha e depois secar o local com papel higiênico. | ||
| No caso de não poder utilizar a ducha, limpe com papel na direção da vulva para o ânus, nunca ao contrário. | ||
| Evite o uso de cremes, loções, talcos e perfumes na região, eles podem irritar a pele e não foram feitos para auxiliar na higiene vaginal. | ||
| Evite usar calcinhas sintéticas, roupas muito apertadas e protetores diários de calcinhas. | ||
| Produtos específicos para higiene íntima contêm em suas fórmulas substâncias que ajudam a preservar a acidez natural da vagina. Por isso é bom evitar o uso de sabonetes comuns, cremosos ou que contenham hidratantes nessa região do corpo, prefira o uso de sabonetes vaginais. | ||
A
vaginite está entre as principais queixas nos consultórios
ginecológicos, ela se caracteriza por um processo infeccioso ou
inflamatório nos órgãos genitais. É relativamente simples, mas quando
não tratada pode desencadear infecções gravíssimas, causando
complicações na gravidez e parto e até problemas irreversíveis de saúde
como esterilidade. Por isso devem ser tratadas sempre com orientação
médica. ![]() | ||
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Siga à risca todas as dicas |
1
– Conheça seu corpo e lembre que cada pessoa metaboliza de uma forma
diferente os alimentos. Quem engorda fácil precisa evitar gorduras.
Aqueles que sofrem de colesterol alto não devem comer ovos. O sal é
nocivo para os hipertensos, e quem tem problemas com fermentação passa
melhor se não exagerar nos doces, leite e feijão por exemplo.
2
– Faça, no mínimo, três refeições diárias (café da manhã, almoço e
jantar) e, se possível inclua um lanche à tarde. Procure observar
horários fixos e não transforme os finais de semana em “vale tudo”.
Assim, gradativamente, você comerá menos e manterá níveis de energia
sempre estáveis.
3 – Metade das calorias ingeridas deve vir de
carboidratos complexos, que são lentamente transformados em açúcar. É o
caso das massas, cereais e féculas, como a batata.
4 – Use e
abuse das frutas e verduras. Elas fornecem as vitaminas, sais minerais
e fibras que regulam o funcionamento do corpo. A regra geral é consumir
de 3 a 4 frutas diferentes por dia, sendo uma rica em vitamina C
(laranja, kiwi, goiaba, caju etc). Duas variedades de hortaliças por
refeição também garantem nutrição adequada, mas uma deve ser rica em
vitamina A (cenoura, beterraba brócolis, escarola, espinafre).
5
– Varie as fontes de proteína diariamente (carnes brancas e vermelhas,
queijos, leguminosas e ovos). É desse grupo que vêm as substâncias para
formação e recuperação de músculos, pele e ossos.
6 – Reduza o
consumo de gorduras e açúcares simples, como o refrigerante e doces. Se
não forem imediatamente “queimados” pelo organismo, eles se transformam
rapidinho em indesejáveis depósitos de gordura.
7 – Para assegurar o fornecimento de fibras, adote pelo menos um alimento integral – pão ou arroz.
8 – Mantenha-se hidratado, bebendo água ou sucos no intervalo das refeições.
9
– Na hora de comer, dê um tempo só pra você. Isso significa não
“aproveitar” para ver televisão, ler o jornal ou examinar um relatório
enquanto mastiga a comida.
10 – Fuja dos fast-foods que, em
geral, são pródigos em frituras, cremes e alimentos gordurosos, além de
forçarem que a refeição seja rápida. Os restaurantes por peso, por
exemplo, oferecem maior variedade e permitem equilibrar melhor o prato.








